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Laserterapia Odontológica PDF Imprimir E-mail
Escrito por Administrator   
Sáb, 24 de Setembro de 2011 12:48

Nas últimas décadas, o avanço da tecnologia, principalmente através dos conhecimentos da física, tem propiciado o advento de novos equipamentos, utilizados nas áreas do diagnóstico e da terapêutica.

  1. Os lasers são fontes de radiação eletromagnética, ou luz possuindo características especiais que a diferem de outras fontes. O nome Laser expressa exatamente como a luz é produzida: LightBy Stimulated  Emission Of Radiation, que significa Amplificação da luz por emissão estimulada de radiação. É um dispositivo composto por substâncias (gás e pedras preciosas), que geram luz quando excitadas por uma fonte de energia.
  2. A luz da laserterapia apresenta qualidades bem específicas que as diferenciam da luz emitida por fontes convencionais incandescentes, o que torna seu uso viável em múltiplas aplicações médicas.   Por   isso,   suas propriedades terapêuticas  vêm sendo estudadas desde a proposição da teoria da emissão estimulada por Einstein, 1917, sendo sugerida pela primeira vez em 1957, por dois cientistas americanos, Charles Townes e Arthur Achawlow, tornando- se  realidade em 1960,   com a  construção do primeiro emissor de laser a Rubi por Theodore Maiman. Em 1965, Sinclair e Knoll adaptaram esta radiação à prática terapêutica e nesse mesmo ano o laser foi utilizado pela primeira vez na Odontologia por Stern e Sognnaes.
  3.  A Odontologia, tardiamente,  demonstrou interesse nessa especialidade médica, utilizando a luz como terapêutica efetiva, através dos trabalhos de Taylor, Skear e Roeber em 1968, que observaram em seus experimentos o efeito do laser de cristal de Rubi nos dentes e na mucosa
  4. . Várias são as aplicações dos diferentes tipos de Laser na Odontologia.   Pode-se  fazer desde    um  simples diagnóstico de  cárie que identifica  diferenças de comportamento óptico entre o tecido sadio e cariado; pode-se utilizar o laser com potências mais altas com  finalidade terapêutica na hipersensibilidade  dentária, em lesões traumáticas da mucosa, gengivites, periodontites, pericementite, herpes simples, entre outros e cujos efeitos são: aliviar a dor, estimular a reparação tecidual, reduzir edema  e  hiperemia  nos   processos inflamatórios;  podemos ainda utilizar os laser   com potências bastante maiores, buscando uma ação cirúrgica simples, seja removendo tecido cariado ou fazendo excisões ou incisões em tecido mole.
  5. O laser de baixa intensidade tem sido usado com muito sucesso na clinica odontológica. A metodologia é simples, baixo custo e pode ser integrada como auxiliar da terapia para tratamentos convencionais ou usada isolada como modo alternativo em algumas patologias. Os efeitos terapêuticos obtidos são:  anti-inflamatório, analgésico e reparação  tecidual .  É uma ajuda  importante à prática profissional   em  associação com quase todas as especialidades  odontológicas. O aumento substancial  do interesse pela laserterapia tem sido notado em círculos  científicos, devido ao significante número de resultados satisfatórios com o tratamento.


Última atualização em Qui, 19 de Janeiro de 2012 15:30
 
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